Segunda-feira, 01 de Setembro de 2014 às  15h11



 Papa se encontra com jogadores da Partida inter-religiosa pela paz




Jogo promovido em Roma “será um gesto altamente simbólico para fazer entender que é possível construir a cultura do encontro e um mundo de paz”, disse o Papa.
 
O Papa Francisco encontrou na tarde desta segunda-feira, 1º, na Sala Paulo VI, no Vaticano, os jogadores e promotores da primeira partida inter-religiosa pela paz, que será disputada às 20h45 de hoje (horário local – 15h45 em Brasília), no Estádio Olímpico, em Roma.

A iniciativa nasceu de um encontro realizado em abril de 2013 entre o Santo Padre e o jogador argentino Javier Zanetti. A arrecadação do jogo é beneficente, voltada a duas instituições educativas para jovens: a Scholas Occurrentes e a Fundação P.U.P.I.

Entre os presentes, Diego Armando Maradona, Alex Del Piero, Javier Zanetti, Buffon, Pirlo, Shevchenko, Paolo Maldini, Cordoba, Nainggolan, Valderrama.

Dirigindo-se aos jogadores, o Papa agradeceu pela “prontidão” das adesões ao seu desejo de “ver campeões e treinadores de vários países e de diversas religiões em uma disputa esportiva, para testemunhar sentimentos de fraternidade e de amizade”.

Francisco agradeceu também a todas as pessoas que contribuíram para a realização do evento, e em particular voltou seu pensamento à “Scholas occurrentes”, que opera junto à Pontificia Academia das Ciências e à “Fondazione Pupi Onlus”:

“A partida desta noite certamente será ocasião para recolher fundos para sustentar projetos de solidariedade, mas sobretudo para refletir sobre valores universais que o futebol e o esporte de maneira geral podem favorecer: a lealdade, a partilha, a acolhida, o diálogo, a confiança no outro. Trata-se de valores que igualam as pessoas indiferente de raça, cultura e credo religioso”.

O Santo Padre ressaltou que o evento desta noite “será um gesto altamente simbólico para fazer entender que é possível construir a cultura do encontro e um mundo de paz”, onde crentes e não-crentes de diferentes religiões – conservando a sua identidade – “possam conviver em harmonia e no respeito recíproco”.

Jovens se inspiram nos jogadores

papa_jogadores1Todos sabemos que o esporte, em particular o futebol, disse o Papa, é um fenômeno humano e social que tem muita importância e incidência no costume e na mentalidade contemporânea:

“As pessoas, especialmente os jovens, olham com admiração para as vossas capacidades atléticas. É importante dar um bom exemplo, no campo e fora dele. Nas competições esportivas, vocês são chamados a mostrar que o esporte é alegria de viver, jogo, festa e como tal deve ser valorizado mediante a recuperação da sua gratuidade, da sua capacidade de estreitar vínculos de amizade e abertura de uns aos outros”.

O Papa salientou aos jogadores, que com os comportamentos cotidianos, “carregados de fé e de espiritualidade, de humanidade e de altruísmo”, eles podem favorecer ideais de “pacífica convivência civil e social, para a edificação de uma civilização fundada no amor, na solidariedade e na paz. E esta é a cultura do encontro”.

Contribuição para a paz

Francisco reiterou o desejo de que a partida desta noite reavive a consciência “da necessidade de empenhar-se para que o esporte contribua” a uma “pacífica existência de todos os povos, excluindo toda discriminação de raça, de língua e de religião”:

“Vocês sabem que discriminar pode ser sinônimo de ‘desprezar’. A discriminação é um desprezo e vocês, com esta partida de hoje, dirão ‘não’ a qualquer forma de discriminação. As religiões, em particular, são chamadas a serem veículo de paz e nunca de ódio, porque em nome de Deus se deve levar sempre e somente o amor. Religiões e esporte, entendidos neste modo autêntico, possa, colaborar e oferecer a toda a sociedade sinais eloqüentes daquela nova era em que os povos ‘não levantarão a espada um contra o outro’”.

“Alarguem os vossos corações de irmão a irmão! Este é um dos segredos da vida”, e também alarguem “a dimensão mais profunda e autêntica do esporte”, concluiu o Pontífice.
 
 


Fonte: Canção Nova/Rádio Vaticano
 
 
 
 
 
 
 

Segunda-feira, 01 de Setembro de 2014 às 15h03



Palavra de Deus
Por que dedicar um mês à Bíblia?





No Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos estabeleceu setembro como o “mês da Bíblia” por várias razões importantes.

Este mês foi escolhido, porque o grande São Jerônimo, que traduziu a Bíblia do hebraico e grego para o latim, tem sua memória litúrgica celebrada no dia 30 de setembro. Ele foi secretário do grande Papa São Dâmaso (366-384), que o incumbiu dessa grande obra chamada “Vulgata”, por ser usada em toda a parte.

São Jerônimo levou cerca de trinta e cinco anos fazendo essa tradução nas grutas de Belém, vivendo a oração e a penitência ao lado da gruta onde Jesus nasceu. O santo disse que “desconhecer as Escrituras é desconhecer o próprio Cristo”. Ele nos deixou um legado de grande amor às Sagradas Escrituras. E possuía grande cultura literária e bíblica, sabia grego, latim e hebraico.

A Sagrada Escritura é alimento para a nossa alma e fonte de vida. Jesus conhecia profundamente a Bíblia. Mais do que isso: Ele a amava e se guiava por suas palavras. Isso é o suficiente para que todos nós façamos o mesmo. Na tentação do deserto, quando o demônio investiu contra o Senhor, Ele o rebateu com as palavras da Escritura. Quando o tentador pediu que Ele transformasse as pedras em pães para provar Sua filiação divina, Jesus lhe disse: “O homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor” (Dt 8,3c).

Quando o tentador exigiu que Ele se jogasse do alto do templo, Jesus lhe respondeu: “Não provocareis o Senhor vosso Deus” (Dt 6,16a). E quando satanás tentou fazer com que Cristo o adorasse, ouviu mais uma vez a Palavra de Deus: “Temerás o Senhor, teu Deus, prestar-lhe-ás o teu culto e só jurarás pelo seu nome” (Dt 6,13). O demônio foi vencido e se afastou, porque não tem poder diante da Palavra de Deus.

Não é sem razão que São Pedro disse: “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal. Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus” (2 Pd 1,20-21).

A importância do mês da Bíblia é que o povo brasileiro a conheça melhor e seja motivado a estudá-la com mais profundidade, uma vez que não é fácil compreendê-la, especialmente o Antigo Testamento. A Bíblia não é um livro de ciência, mas sim de fé. Utilizando os mais diversos gêneros literários, ela narra acontecimentos da vida de um povo guiado por Deus, quatro mil anos atrás, atravessando os mais variados contextos sociais, políticos, culturais, econômicos, entre outros. Por isso, a Palavra de Deus não pode sempre ser tomada ao “pé da letra”, literalmente, embora muitas vezes o deva ser. “Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Cor 3,6c), disse São Paulo.

Portanto, para ler a Bíblia de maneira adequada, exige-se, antes de tudo, o pré-requisito da fé e da inspiração do Espírito Santo na mente, sem o que a interpretação da Escritura pode ser comprometida. Mas é preciso também estudá-la, fazer um curso bíblico, entre outros.

A Carta aos Hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma A carta aos hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).

“Vossos preceitos são minhas delícias.
Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24)
“O único consolo em minha aflição
É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50)
“Quão saborosas são para mim vossas palavras,
mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103)
“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho.” (v. 105)
“Encontro minha alegria na vossa palavra,
Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).

Para que a Palavra de Deus seja eficaz em nossa vida, precisamos, pela fé, acreditar nela e colocá-la em prática objetivamente. Em outras palavras, precisamos obedecê-la, pois, ao fazer isso, estaremos obedecendo ao próprio Senhor.

Mas nem sempre a Bíblia é fácil de ser interpretada pelas razões já expostas. É por isso que Jesus confiou a interpretação dela à Igreja Católica, que o faz por meio do Sagrado Magistério, dirigido pela cátedra de Pedro (o Papa) e da Sagrada Tradição Apostólica, que constitui o acervo sagrado de todo o passado da Igreja e de tudo quanto o Espírito Santo lhe revelou e continua a fazê-lo no presente. (cf. Jo 14, 15.25; 16, 12-13).

A alma da Igreja é o Espírito Santo dado em Pentecostes; por isso a Igreja não erra na interpretação da Bíblia, e isso é dogma de fé. Jesus mesmo lhe garantiu isso: “Quando vier o Paráclito, o Espírito da verdade, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16,13a).

Embora seja feita de homens, santos e também pecadores, a Igreja Católica tem a garantia de não errar na interpretação dos assuntos da fé. Entretanto, ela não despreza a ciência; muito pelo contrário, a valoriza tremendamente para iluminar a fé e entender a revelação.

O Vaticano possui a “Pontifícia Academia de Ciências”; em Jerusalém está a Escola Bíblica que se dedica a estudar exegese, hermenêutica, línguas antigas, geologia, história antiga, paleontologia, arqueologia e tantas outras ciências, a fim de que cada palavra, cada versículo e cada texto da Bíblia sejam interpretados corretamente. É a fé caminhando junto com a ciência. Tudo isso para que possamos dizer como o salmista, no Salmo 118:

“Vossos preceitos são minhas delícias.
Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24)
“O único consolo em minha aflição
É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50)
“Quão saborosas são para mim vossas palavras,
mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103)
“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho.” (v. 105)
“Encontro minha alegria na vossa palavra,
Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)

Por: Prof. Felipe Aquino, é viúvo, pai de 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Pergunte e Responderemos".
 
 



Fonte: Canção Nova


Segunda-feira, 01 de Setembro de 2014 às 14h46



Mãe de Deus
Como Maria foi sempre Virgem?

A virgindade perpétua de Maria e a sua maternidade espiritual sobre toda a Igreja.

Maria de Nazaré, a Mãe de Jesus Cristo, foi sempre Virgem? Santo Agostinho ensina que a perfeita e perpétua virgindade de Maria é um privilégio em honra à Mãe e à dignidade do Filho. Em seus escritos, não se cansava de dizer que “Maria concebeu Cristo, virgem; deu-O à luz virgem; e virgem permaneceu”1. Mas responder essa questão se torna um grande desafio se temos a consciência de que a virgindade dela não é simplesmente um estado ou privilégio, mas um mistério de Cristo, não significa apenas o estado virginal da Mãe do Senhor, mas também, e principalmente, a concepção de Jesus em seu seio. Por isso a pureza de Maria pertence ao mistério de Cristo. A este respeito, Santo Inácio de Antioquia nos ensina que “a virgindade é a forma por meio da qual Maria pertence a Cristo”2.

No pensamento de Santo Agostinho, a pureza de Maria foi tão santa e agradável a Deus, não porque a concepção de Cristo a preservou, impedindo que fosse violada, mas porque, antes mesmo de conceber, “ela já a tinha consagrado a Deus e merecido, assim, ser escolhida para trazer Cristo ao mundo”3. Por isso, Maria perguntou ao Anjo da Anunciação: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem?”4. Certamente, ela não teria dito isso se anteriormente não houvesse consagrado sua castidade a Deus. Nossa Senhora fez essa consagração antes de saber que seria a Mãe do Filho do Altíssimo5. Desse modo, ela já nos ensinava a “imitação da vida no Céu, em um corpo terrestre e mortal, em virtude de um voto e não de um preceito; e realizando-o por opção toda de amor, não por necessidade de obedecer”6.

A Igreja, à semelhança de Maria, é uma virgem desposada a um único Esposo, que é Jesus Cristo. Dessa forma, a Igreja toma como modelo a Mãe de seu Esposo e Senhor. “Pois, a Igreja, também ela, é mãe e virgem”7. Nossa Senhora deu à luz corporalmente a Cabeça do Corpo místico de Cristo, e a Igreja dá à luz espiritualmente os membros desse Corpo. Dessa forma, tanto em Maria quanto na Igreja, a virgindade não impede a fecundidade. Na Virgem Maria e na virgem Igreja, a fecundidade não destrói a castidade, pois a pureza da Igreja, semelhante à de Maria, está na integridade da fé, da esperança e da caridade. Estava no desígnio divino fazer germinar a virgindade no coração da Igreja, por isso, Cristo antecipou-a no corpo de Maria. A castidade de Maria e da Igreja estão intimamente ligadas ao Senhor Jesus. Consequentemente, “a Igreja não poderia ser virgem, se não tivesse por Esposo o Filho da Virgem, a quem se entrega”8.

A fé de nossos irmãos protestantes na divindade de “Jesus Cristo, concebido do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria”, é a mesma “fé da Igreja antiga, expressa em todas as suas liturgias que dão a Maria o título de ‘sempre virgem’, reconhecida com unanimidade pelas igrejas locais antes da ruptura do século XVI, reconhecida igualmente pelos primeiros reformadores”9. Contudo, com o passar do tempo, a mariologia dos protestantes distanciou-se bastante daquela dos primeiros reformadores. Isto se reflete nas atuais controvérsias bíblicas, por parte de alguns protestantes, sobre os irmãos de Jesus10, que põe em dúvida a virgindade perpétua da Mãe do Senhor. Ao contrário do que alguns pregam hoje, “os reformadores haviam compreendido o termo irmãos (adelphoi) no sentido de primos e pregaram com nuança sobre a virgindade perpétua de Maria”11.

Portanto, mais do que estado e privilégio, a virgindade perpétua de Nossa Senhora se insere no mistério de Cristo. A virgindade de Maria aponta para a sua entrega total ao desígnio de Deus e para a sua maternidade espiritual sobre toda a Igreja. Nesse sentido, a Virgem Mãe da Igreja é modelo para todos que consagram suas vidas a Jesus Cristo e ao anúncio do Evangelho. Pois, como a Mãe de Jesus, temos a vocação de virgem e mãe, pois a Igreja também é virgem e mãe. Em Maria, temos o modelo, por excelência, da virgindade e da maternidade que todos os cristãos, especialmente aqueles que livremente se consagram pelo voto de celibato, são chamados a exercer. Com Maria, aprendemos que a virgindade pura significa a integridade da fé, da esperança e da caridade, à qual todos nós somos chamados. Com ela, também aprendemos aquela maternidade espiritual que gera os verdadeiros irmãos de Cristo: aqueles que fazem a vontade do Seu Pai, que está nos céus12.

Nossa Senhora, Mãe da Igreja, rogai por nós!

1. SANTO AGOSTINHO. A Virgem Maria: cem textos marianos com comentários. São Paulo: Paulus, 1996, p. 11.
2. GARCIA PAREDES, Jose Cristo Rey. Mariologia. 3ª ed. Madrid: BAC, 2009, Cf. Inácio de Antioquia, Ephs, 19,1: PG 5,660A; SC 10,88.
3. SANTO AGOSTINHO. Op. cit., p. 52.
4. Lc 1, 34.
5.Cf. Lc 1, 31-32.
6. SANTO AGOSTINHO. Op. cit., p. 52.
7. Idem, p. 49.
8. Idem, p. 93.
9. Idem, p. 161.
10. Cf. Mt 12, 46-50; cf. Mc 3, 31-35; cf. Lc 8, 19-21.
11. Idem, p. 127. Na língua hebraica do original bíblico a palavra irmãos, traduzida em grego por adelphoi, significa todos os primos e parentes.
12. Cf. Mt 12, 50.


Por: Natalino Ueda
Missionário da comunidade Canção Nova, desde 2005 cursou Filosofia e Teologia, atua no portal cancaonova.com como produtor de conteúdo é autor do blog Todo de Maria.


Fonte: Canção Nova




Segunda-feira, 01 de setembro de 2014 às 10h17
 

Papa Francisco retoma Missas na Casa Santa Marta
 




Francisco falou aos fiéis sobre a Palavra de Deus, que deve ser recebida com o coração aberto e humilde

Papa fala sobre a Palavra de Deus e o modo como deve ser recebida / Foto: Arquivo-L’Osservatore Romano

“Não se anuncia o Evangelho para convencer com palavras sábias, mas com humildade, porque a força da Palavra de Deus é o próprio Jesus, e somente quem estiver com o coração aberto pode acolhê-lo”. Este foi o foco da homilia do Papa Francisco na manhã desta segunda-feira, 1º, setembro, quando ele retomou as missas celebradas diariamente na Casa Santa Marta. O Pontífice havia dado uma pequena pausa nessas celebrações no seu período de descanso durante o verão europeu.

Comentando as leituras do dia, o Papa explicou o que é a Palavra de Deus e como recebê-la. Ele citou o exemplo de São Paulo, que recordou aos Coríntios ter anunciado o Evangelho sem utilizar palavras eruditas.

“Paulo disse: ‘Eu não fui até vocês para convencê-los com argumentos, palavras, figuras bonitas… Não, eu fui de outro modo, com outro estilo; fui na manifestação do Espírito e na sua força, para que sua fé não se baseasse na sabedoria humana, mas no poder de Deus’. Assim, a Palavra de Deus é uma coisa diferente, que não é igual à palavra humana, sábia, científica ou filosófica… Não! É outra coisa: vem de outra forma”.

O Papa recordou o momento em que Jesus comentou as Escrituras na Sinagoga de Nazaré, onde cresceu. Seus conterrâneos inicialmente O admiraram por suas palavras, mas depois se enfureceram e tentaram matá-lo. “Passaram de uma parte para outra – explicou o Papa – porque a Palavra de Deus é diferente da palavra humana”.

Com efeito, disse Francisco, Deus falou ao homem por meio do seu Filho, de forma que a Palavra de Deus é o próprio Jesus, e Jesus é motivo de escândalo. A Cruz de Cristo escandaliza e ela é a força da Palavra de Deus: Jesus Cristo, o Senhor.

Francisco se concentrou, então, sobre o modo como se deve receber a Palavra de Deus: como se recebe Jesus. A Igreja diz que Jesus está presente na Eucaristia e na Palavra, por isso é tão importante ler um trecho do Evangelho ao longo do dia, reiterou o Santo Padre.

“Para que, para aprender? Não! Para encontrar Jesus, porque Ele está em Sua Palavra. Cada vez que lemos o Evangelho, encontramos Jesus. E como receber esta Palavra? Como se recebe Jesus, isto é, com o coração aberto, humilde, com o espírito das Beatitudes, porque Jesus veio assim, em humildade; veio em pobreza, veio com a unção do Espírito Santo”.

O Papa concluiu a homilia convidando os fiéis a pensarem no modo como estão recebendo a Palavra de Deus. “Nós também, se quisermos ouvir e receber a Palavra de Deus, devemos rezar ao Espírito Santo e pedir a unção do coração, que é a unção das Bem-aventuranças”.


Fonte: Canção Nova

Sengunda-feira, 01 de setembro de 2014 às  10h11



Em setembro, Papa reza pelo serviço aos pobres
 




Francisco pede, na intenção pela evangelização, que os cristãos se comprometam no serviço aos pobres e aos que sofrem

O serviço aos pobres e os portadores de deficiência mental estão na intenção de oração do Papa Francisco para este mês de setembro. A informação é divulgada pelo Apostolado de Oração, que apresenta as intenções pelas quais o Santo Padre reza durante o ano.

Na intenção universal, Francisco reza pelos portadores de deficiência mental, “para que recebam o amor e a ajuda de que necessitam para levar uma vida digna”.

Já na intenção pela evangelização, o foco é o serviço aos pobres. “Para que os cristãos, inspirados pela Palavra de Deus, se comprometam com o serviço aos pobres e aos que sofrem”.

Todos os meses, o Santo Padre confia suas intenções ao Apostolado de Oração. Esta é uma iniciativa que é seguida por milhões de pessoas em todo o mundo.



Fonte: Canção Nova


Segunda-feira, 01 de Setembro de 2014 às 09h42


Convite

7ª Noite do Festejo de Nossa Senhora da Consolação



Responsáveis Pela Liturgia:
Ministros da Eucaristia

Convidados e Homenageados:
Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (PSS), MESC (Paroquial), Pastoral dos Acólitos (Paroquial e Local), e Comunidade Santa Luzia (PNSF)

Parte Social: 
Rua Delbão Rodrigues


Realização
Comunidade Nossa Senhora da Consolação
Paróquia São Sebastião
Diocese de Parnaíba - PI





31 de Agosto de 2014 às 08h12


Convite

2ª Noite da Festa de Nossa Senhora da Graça
 
 
 
 
Responsáveis pela Noite de Hoje:
Paróquia Santo Antônio de Santa Galvão

Convidados e Colaboradores:
Comunidade Nossa Senhora da Conceição, Renovação Carismática, Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, Fraternidade Leiga Mercedária, Terço da Divina Misericórdia.



Realização:
Paróquia Nossa Senhora da Graça
Diocese de Parnaíba - PI






Sábado, 30 de Agosto de 2014 às 20h42


1ª Noite do Festejo em Honra a Nossa Senhora da Graça
Paróquia Nossa Senhora da Graça


A Paróquia Nossa Senhora da Graça celebrou neste  sábado, 30 de agosto de 2014 às 19h00 a 1ª noite da festa em honra à  Nossa Senhora da Graça "Padroeira de Parnaíba e de Nossa Diocese"


 Procissão de entrada

Convidados e Colaboradores 
 Comunidade Nossa Senhora do Carmo (PNSG), Associação Imaculado Coração de Maria (PNSG), Pastoral da Criança (PNSG), Pastoral da Educação, COMIPA, Conselho Econômico.




 A Celebração foi Presidida pelo Pároco da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro  (Cocal - PI)
 Pe. Roberto
  

Concelebrada pelo Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Graça
 Pe. Francisco Carvalho




 Equipe de Animação
Coral Nossa Senhora da Graça




 
 
 
 Realização
Paróquia Nossa Senhora da Graça
Diocese de Parnaíba - PI
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fotos: Jesse James
 
 
 
 
Sábado, 30 de Agosto de 2014 às 14h59



Festa de Nossa Senhora d Graça
De 29 de Agosto à 08 de Setembro de 2014


Maria e a Alegria de Viver o Evangelho
"Meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador" Lc 1, 14

Convite




Amados irmãos e irmãs em Cristo, é com grande alegria que  a Paróquia Nossa Senhora da Graça convida Vsª Srª, e família para participar do Novenário e Festa de sua Padroeira.

Este ano, refletiremos o Tema: "Maria e a Alegria de Viver o Evengelho" com o Lema: "Meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvado" (Lc 1, 14).

A devoção à Maria nos leva diretamente ao seu Filho Jesus.

Neste dias, e, em toda nossa vida, pelas mãos de Nossa Senhora, aproximemo-nos mais  de Cristo para termos a experiência da verdadeira alegria que vem de sua Palavra: "A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus". (Gaudium Evangelli nº 1)

Deus vos abençoe continuamente!

Dom Alfredo Schaffer, Pe. Francisco Carvalho, Pe. Eduardo Furtado e Conselho de Pastoral Paroquial.

Realização:
Paróquia Nossa Senhora da Graça
Diocese de Parnaíba - PI





Domingo, 18 de Maio de 2014 às 11h10



Problemas na Igreja resolvem-se com diálogo e oração, diz Papa



“Os problemas na Igreja resolvem-se confrontando-se, debatendo e rezando, com a certeza de que as fofocas, as invejas e os ciúmes não poderão jamais nos levar à concórdia”, explica Papa

Problemas na Igreja resolvem-se com diálogo e oração, diz Papa “As fofocas, as invejas e os ciúmes, não nos levam à concórdia, à harmonia e à paz”, disse o Papa Francisco, neste domingo, 18,  na reflexão que antecedeu a Oração mariana do Regina Coeli. O Santo Padre afirmou que o descontentamento e as lamentações que existem também nas paróquias se resolvem “confrontando-se, discutindo e rezando”.

Cerca de 50 mil peregrinos reuniram-se na Praça de São Pedro, no Vaticano, para participar da oração dominical com o Pontífice.

Francisco explicou que a leitura dos Atos dos Apóstolos, da liturgia deste domingo, nos mostra que também na Igreja primitiva surgiram as primeiras tensões e divergências.

“Na vida, os conflitos existem, o problema é como enfrentá-los. Até aquele momento, a unidade da comunidade cristã era favorecida pela pertença a uma única etnia e cultura, a judaica. Mas, quando o Cristianismo, que por vontade de Jesus é destinado a todos os povos, se abre ao âmbito cultural grego, essa homogeneidade é perdida e surgem as primeiras dificuldades”, disse.

Havia ventos de descontentamento, queixas, corriam rumores de favoritismo e de tratamento desigual, continuou o Santo Padre. As ajudas da comunidade às pessoas carentes – viúvas, órfãos e pobres em geral – pareciam favorecer os cristãos de origem judaica em relação aos outros.

Foi então que os Apóstolos tomaram as rédeas da situação e convocaram uma reunião para  discutirem a questão em conjunto:

“Os problemas, de fato, não se resolvem fazendo de conta que não existem! E é bonito esse confronto contundente entre os pastores e os outros fiéis. Chega-se, assim, a uma divisão do trabalho. Os Apóstolos fazem uma proposta que é aceita por todos: eles vão se dedicar à oração e ao ministério da Palavra, enquanto sete homens, os diáconos, irão prover os serviços nos refeitórios para os pobres”, explica o Papa.

E esses sete homens não são escolhidos por serem especialistas em negócios, mas sim por serem homens honestos e de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria; e são constituídos em seu serviço através da imposição das mãos pelos Apóstolos, destaca Francisco.

O Pontífice disse ainda que também hoje existem esses problemas e devem ser resolvidos:

“Os problemas na Igreja se resolvem confrontando-se, discutindo e rezando, com a certeza de que as fofocas, as invejas e os ciúmes não poderão jamais nos levar à concórdia, à harmonia, e à paz. Quando deixamos ao Espírito Santo a guia ele nos leva à harmonia à unidade e ao respeito dos diversos dons e talentos. Nada de fofocas, nada de invejas, e nada de ciúmes. Vocês entenderam bem?”, questionou o Papa.

Francisco concluiu pedindo à Virgem Maria que ajude os fiéis a serem dóceis ao Espírito Santo, para que saibam estimar-se mutuamente e unam-se sempre mais na fé e na caridade, mantendo o coração aberto às necessidades dos irmãos.


Fonte: Da redação Canção Nova 
com Rádio Vaticano



Domingo, 18 de Maio de 2014 às  11h04



Papa reza pelas vítimas das inundações na Bósnia e na Sérvia




Países sofrem com as piores inundações dos últimos 120 anos, que já provocou a morte de pelo menos 30 pessoas e deixou milhares de desabrigados

Papa reza pelas vítimas das inundações na Bósnia e na SérviaApós a oração do Regina Coeli deste domingo, 18, o Papa Francisco dirigiu o seu pensamento às vítimas das graves inundações que devastaram amplas áreas dos Bálcãs, sobretudo na Sérvia e Bósnia.

Os países sofrem em consequência das piores inundações na região em mais de um século.

“Enquanto confio ao Senhor as vítimas dessas calamidades, exprimo a minha pessoal proximidade a todos aqueles que estão vivendo horas de angústia e de tribulação”, disse o Santo Padre.

Em seguida,  o Pontífice pediu a todos os fiéis que rezassem juntos por esses irmãos e irmãs que se encontram em dificuldade. E todos, unidos ao Papa, rezaram uma Ave Maria.

Após saudar os grupos de fiéis presentes na Praça de São Pedro, no Vaticano, Francisco encorajou as associações de voluntariado vindos a Roma para o Dia do enfermo oncológico: “Rezo por vocês, pelos enfermos e pelas famílias. E vocês – concluiu – rezem por mim!”.
Situação na Bósnia e na Sérvia

Informações das agências de notícias sobre a Sérvia e a Bósnia relatam que grande parte desses países seguem sob a água após cinco dias de chuva, que deixaram pelo menos 30 mortos e milhares de desabrigados.

Na Sérvia, a principal preocupação das autoridades é a cidade de Obrenovac, que está completamente tomada pelas águas do rio Kolubara, que transbordou. Até agora foram retirados quatro mil dos 80 mil moradores da cidade, informa a agência de notícias sérvia “Tanjug”.

Desde quinta-feira passada, morreram na Sérvia pelo menos cinco pessoas por causa das inundações, embora os serviços de proteção civil estimem que o número exato só será conhecido quando as águas baixarem. Predrag Maric, Chefe do denominado ‘quartel de emergências’ da Sérvia, qualificou as inundações como “uma catástrofe jamais vista” neste país balcânico. Em toda a Sérvia, foram retiradas, até agora, aproximadamente 15,5 mil pessoas.

Na Bósnia, a situação que parece mais crítica neste momento é na cidade de Bijeljina, no nordeste do país, onde cerca de 5 mil casas e edifícios estão inundados.

Enquanto isso, nos arredores da cidade de Maglaj, mais ao sudoeste, vive-se uma situação crítica desde quinta-feira. As previsões meteorológicas falam de chuvas que perdem a intensidade durante este fim de semana, o que fará com que baixe o nível de água dos rios.



Fonte: Da redação Canção Nova 
com Rádio Vaticano



Domingo, 18 de Maio de 2014 às  10h34





Simpósio Vocacional é realizado, virtualmente, no Brasil

As cinco regiões do país participam simultaneamente do Simpósio Vocacional, conectadas virtualmente por meio de videoconferência


Simpósio Vocacional é realizado, virtualmente, no BrasilNeste final de semana, 16 a 18, acontece o Simpósio Vocacional que, neste ano, é realizado de forma simultânea, por meio de videoconferência, em cinco regiões do país.

O encontro virtual reúne a região Sul  (S1, S2, S3 e S4), a região Nordeste (NE1, NE2, NE3, NE4 e NE5), a região Norte (N1, N2 e NO), a região Centro-Oeste  (CO, N3, O1 e O2) e a região Leste  (L1 e L2),  por meio da plataforma digital Episcopo.net.

O evento, com o tema “Ide e anunciai! Vocações diversas para uma grande missão!”, tem como objetivos fomentar a cultura vocacional na ação evangelizadora da Igreja no Brasil e avançar no discipulado missionário como legado batismal, na comunhão e complementaridade de vocações e ministérios na comunidade eclesial.

O arcebispo de Palmas (TO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, Dom Pedro Brito Guimarães, explica que este simpósio em formato virtual quer favorecer a maior participação das lideranças do Brasil que atuam no trabalho com as vocações. “A questão vocacional é vital para a Igreja, sem vocações a Igreja não vive”, disse o bispo.

O Simpósio será, também, um momento para celebrar os 50 anos do Concílio Vaticano II (1962-1965) e os 50 anos da instituição do Dia Mundial de Oração pelas Vocações (1964). Também serão recordados, em âmbito continental, dois Congressos Vocacionais da América Latina e Caribe (1994 e 2011), dois Anos Vocacionais (1983 e 2003) e três Congressos Vocacionais (1999, 2005 e 2010), em âmbito nacional.

Formação no Brasil

O Simpósio integra o 21º Plano Pastoral do Secretariado Geral da CNBB (Documento 95, p. 48) e é  assumido por todos os membros da Pastoral Vocacional/Serviço de Animação Vocacional (PV/SAV), do Instituto de Pastoral Vocacional (IPV), da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), da Comissão Nacional de Presbíteros (CNP), da Comissão Nacional dos Diáconos (CND), da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB), da Conferência Nacional dos Institutos Seculares (CNIS), do Conselho Nacional de Leigos e Leigas do Brasil (CNLB), do Setor Juventude, da Pastoral Familiar, da Catequese e do Movimento Serra.



Fonte: Da redação
 Canção Nova com CNBB





Domingo, 13 de Abril de 2014 às  21h44



 Celebração  de Domingos de Ramos
Zonal Sul I
Paróquia São Sebastião

O Zonal Sul I  que corresponde as Comunidades Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Nossa Senhora da Conceição, 
João Paulo II e Santa Cecília,
realizaram neste domingo, 13 de abril de 2014 às 18h30 a Procissão de Domingo de Ramos.

 A Celebração iniciou às 18h30 na Capela de Nossa Senhora das Graças (Comunidade João Paulo II), com a Proclamação do Evangelho de São Mateus 21, 1-11 proclamado por Frei Cícero e em seguida, bênção dos Ramos, logos após a Bênção dos Ramos, saída da Procissão em direção à Igreja de Santa Cecília (Comunidade Santa Cecília).



 Saída da Procissão





 Chegada da Procissão à Igreja de Santa Cecília.


A  Celebração da Santa Missa foi presidida por Frei Cícero.




Realização
Zonal Sul I
Comunidades: 
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Nossa Senhora da Conceição, 
João Paulo II e Santa Cecília
Paróquia São Sebastião
Diocese de Parnaíba - PI




 
Fotos: Jesse James





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Domingo, 13 de Abril de 2014 às  10h44


Celebração de Domingo de Ramos
Paróquia Sagrado Coração de Jesus


A Paróquia Sagrado Coração de Jesus  realizou na manhã deste domingo, 13 de abril de 2014 às 08h30 a Procissão de Ramos saindo da Comunidade Santa Rita de Cássia em direção a Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus encerrando com  a Celebração da Santa Missa.

 A Celebração iniciou às 08h30 na Comunidade Santa Rita de Cássia com a Bênção dos Ramos e Proclamação do Evangelho de São Mateus 21, 1 - 11, Proclamado pelo Pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus

Pe. Siqueira




 Saída da Procissão





 Chegada da Procissão à Matriz do Sagrado Coração de Jesus

 Continuação da Celebração com a Santa Missa celebrada por Pe. Siqueira








Realização
Paróquia Sagrado Coração de Jesus
Diocese de Parnaíba - PI







Fotos: Jesse James