Quinta-feira, 05 de Março de 2015 às 21h06


Santas Missões na Comunidade Nossa Senhora da Conceição
 
 
 A Paróquia São Sebastião está realizando de 04 a 08 de março de 2015, a Santas Missões na Comunidade Nossa Senhora da Conceição, e nesta quinta-feira, 05 de março de 2105 às 19h00, foi celebrada na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, a missa de envio dos missionários.
 
 
Procissão de entrada da equipe de liturgia e os missionários






  A celebração presidida por Frei Santos e concelebrada por Dom Geraldo


 Animação
   Ayrton         Roberto       Fernanda        Edvan Rocha




 
 
 Realização
Paróquia São Sebastião
Diocese de Parnaíba - PI
 
 
 
 
Fotos: Jesse James 
 
Quinta-feira, 05 de Março de 2015 às  10h09



Alerta
A mundanidade anestesia a alma, diz Papa em homilia





Francisco alerta os fiéis sobre o perigo da mundanidade, que incapacita o homem de olhar para as necessidades do próximo

Francisco adverte sobre perigo da mundanidade

A mundanidade escurece a alma, tornando o homem incapaz de ver os pobres que vivem próximos a si com todas as suas chagas. Essa foi, em síntese, a homilia do Papa Francisco na Missa celebrada nesta quinta-feira, 5, na Casa Santa Marta.

A homilia foi inspirada na parábola do rico opulento. O Papa observou que não se tratava de um homem mau, talvez fosse um homem religioso, a seu modo. Rezava, ia ao templo, oferecia sacrifícios e ofertas aos sacerdotes, que lhe davam um lugar de honra para se sentar. Mas não percebia que à sua porta havia um pobre mendicante, Lázaro, faminto, cheio de chagas. Francisco explicou a situação do homem rico:

“Quando saía de casa, talvez o carro com o qual saía tinha os vidros escuros para não ver o lado de fora… talvez, mas não sei… Mas certamente, sim, a sua alma, os olhos da sua alma estavam ofuscados para não ver. Somente via dentro de sua vida, e não percebia o que tinha acontecido a este homem, que não era mau: estava doente. Doente de mundanidade. E a mundanidade transforma as almas, faz perder a consciência da realidade: vivem num mundo artificial, feito por eles… A mundanidade anestesia a alma. E por isso, este homem mundano não era capaz de ver a realidade”.

A realidade, segundo o Papa, é a de tantos pobres que levam uma vida difícil, mas se a pessoa tem um coração mundano não consegue entender as necessidades dos outros. “Com o coração mundano pode-se frequentar a igreja, pode-se rezar, fazer tantas coisas. Mas Jesus, na Última Ceia, na oração ao Pai, o que pediu? ‘Mas, por favor, Pai, proteja esses discípulos para que não caiam no mundo, não caiam na mundaneidade.’ É um pecado sutil, é mais que um pecado: foi um pecador da alma”.

Francisco salientou que, nestas duas histórias, há duas máximas: uma maldição para o homem que confia no mundo e uma benção para quem confia no Senhor. O homem rico afasta seu coração de Deus: sua alma é deserta, uma terra salobra em que ninguém reside porque os mundanos, na verdade, estão sós com o seu egoísmo.

Além disso – acrescentou o Papa – enquanto o pobre tem um nome, Lázaro, o rico, não o tem: “não tinha nome, porque os mundanos perdem o nome. São somente um, na multidão de ricos que não precisam de nada”.

Referindo-se ao pedido do homem rico que, já nos tormentos do inferno, pediu o envio de alguém para advertir seus familiares ainda vivos, o Papa fez uma ressalva: os mundanos querem manifestações extraordinárias, mas na Igreja tudo é claro, Jesus falou claramente: aquele é o caminho. E no fim, uma palavra de consolo:

“Quando aquele pobre homem mundano, nos tormentos, pede que seja enviado Lázaro com um pouco de água para ajudá-lo, como responde Abraão? Abraão é a figura de Deus, o Pai. Como responde? ‘Filho, lembre-se… Os mundanos perderam o nome. E nós também, se tivermos o coração mundano, perderemos o nome! Mas não somos órfãos. Até o fim, até o último momento, existe a segurança que temos um Pai que nos espera. Entreguemo-nos a Ele. Ele nos diz ‘Filho’, em meio àquela mundanidade. Não somos órfãos”.


Fonte: Da Redação Canção Nova
com Rádio Vaticano
Foto: L'Osservatore Romano
 
 
 

Quinta-feira, 05 de Março de 2015 às 08h36


Convite


Realização
Comunidade São Benedito
Paróquia São Sebastião
Diocese de  Parnaíba - PI



Quinta-feira, 05 de Março de 2015 às 0834


Convite
Louvor e Avivamento na Fé

Dia 09 de Março de 2015 às 19h00 no Salão Madre Cecília
(Paróquia Sant'Ana - Rua Santana - Bairro Piauí)

"Louvor, Orações, Reflexão da Palavra e muito mais"

Venha você e sua família para louvar e adorar o nosso Deus!!!

Realização
Paróquia Sant'Ana
Diocese de Parnaíba - PI


Segunda-feira, 02 de Março de 2015 às 10h42


Mutirão das Confissões
 
 

A partir das 18h00

* Dia 17/03/15 - Paróquia Nossa Senhora de Fátima
* Dia 18/03/15 - Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Ilha Grande)(Matriz - Comunidade Santa Isabel.
* Dia 19/03/15 - Paróquia Sagrado Coração de Jesus (Matriz - Comunidade Santa Marta - Comunidade São João Batista (João XXIII)
* Dia 19/03/15 - Paróquia Santa Luzia
* Dia 20/03/15 - Paróquia Nossa Senhora da Graça
* Dia 24/03/15 - Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Luís Correia - PI)
* Dia 25/03/15 - Paróquia São Sebastião
* Dia 27/03/15 - Paróquia Sant'Ana (Matriz - Comunidade São Francisco (Portinho)- Comunidade Nossa Senhora Aparecida (Carpina)
* Dia 27/03/15 - Paróquia Santo Antônio de Santana Galvão



Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015 às 22h28
 

Repasse da Campanha da Fraternidade 2015 

 A Comunidade Santa Cecília realizou nesta quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 às 19h00 na Igreja de Santa Cecília o repasse da CF 2015

 O repasse foi assessorado por Socorro Caldas

 A Campanha da Fraternidade tem como objetivos:

Despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho; renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos de vem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja).

Os temas da Campanha da Fraternidade

Os temas da CF, inicialmente, contemplaram mais a vida interna da Igreja.
A consciência sempre maior da situação de injustiça, de exclusão e de crescente miséria levou à escolha de aspectos bem de terminados da realidade socioeconômica e política brasileira. O restabelecimento da justiça e da fraternidade nessas situações era compromisso urgente da fé.
Músicas da CF 2015 para a celebrações e encontros:

 Objetivos específicos da CF - 2015 CNBB

01 - Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar e compreender os principais desafios da situação atual.

02 - Apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da doutrina Social da Igreja, como elementos autenticamente humanizastes.

03 - Identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral.

04 - Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.

05 - Buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa Nova a cada pessoa, família e sociedade.

06 - Atuar profeticamente, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na construção de uma sociedade justa e solidária.

 Explicação do Cartaz CF 2015

01 - O cartaz da CF 2015 retrata o Papa Francisco lavando os pés de um fiel na Quinta-feira Santa de 2014. A Igreja atualiza o gesto de Jesus Cristo ao lavar os pés de seus discípulos. O lava-pés é expressão de amor capaz de levar a pessoa a entregar sua vida pelo outro. E com este amor que todo ser humano é amado por Deus em Jesus Cristo. Ao entregar-se à morte na cruz e ressuscitar, como celebramos na Páscoa, Jesus leva em plenitude o Eu vim para servir (cf. Mc 10,45).



02 - A Igreja Católica, através de suas comunidades, participa das alegrias e tristezas do povo brasileiro. O Concílio Vaticano II veio iluminar a missão evangelizadora da Igreja. Evangelizar pelo testemunho, dialogando com as pessoas e a sociedade. No diálogo, a Igreja (as comunidades) está a serviço de todas as pessoas. Ao servir, ela participa da construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica. No serviço, ela edifica o Reino de Deus.



Realização
Comunidade Santa Cecília
Paróquia São Sebastião
Diocese de Parnaíba - PI




Fotos: Jesse James 




Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015 às 09h40


XIV Assembleia das Comunidades
Dias 27, 28 de Fevereiro a 01 de Março de 2015 
 


A CEB's (Paróquia São Sebastião), realizará nos dias 27, 28/02 a 01 de Março de 2015, a XIV Assembleia das Comunidades.
Local: Salão São Francisco

Realização
CEB's
Paróquia São Sebastião
Diocese de Parnaíba - PI





Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015 às 16h06


Formação
Cantar na missa ou a missa?
 


MÚSICA LITÚRGICA
Quando uma música é litúrgica ou não? Quem nos responde é o próprio Concílio Vaticano II, em 1963. Há 40 anos, portanto. No capítulo VI da Constituição sobre a Sagrada Liturgia, dedicado à música sacra, o Concílio nos ensina o seguinte: "A música sacra será tanto mais santa quanto mais intimamente estiver ligada à ação litúrgica, quer exprimindo mais suavemente a oração, quer favorecendo a unanimidade, quer, enfim, dando maior solenidade aos ritos sagrados" (n.º 112). Como se vê, o Concílio diz que a música sacra será tanto mais santa, isto é, litúrgica, "quanto mais intimamente estiver ligada à ação litúrgica".

Este é o critério fundamental para discernir se uma música é litúrgica ou não. Em outras palavras, ela (a música) é litúrgica quando está a serviço do mistério de Deus que se celebra na liturgia. Vamos repetir: a música é litúrgica na medida em que estiver intimamente ligada à ação litúrgica. E, no caso da missa, o que é uma ação litúrgica? São as diferentes ações que se realizam para celebrar o mistério de Deus em Cristo: procissões (entrada, ofertório, comunhão), ritos iniciais, proclamação da Palavra, proclamação da Oração Eucarística, comunhão, despedida, etc.

Então, uma música é litúrgica na medida em que expressar o mistério de Deus celebrado em cada uma dessas ações, sem esquecer também do tempo em que estamos (Advento, Natal, Quaresma, Tempo Pascal, Tempo Comum, Festa especial do Senhor, de Maria ou outro santo). Por exemplo, qual é o mistério de Deus que celebramos no momento de iniciar a celebração? É o mistério do Deus que nos acolhe em sua casa, nos reúne em comunidade (em assembleia) para nos comunicar sua Boa Nova e sua Vida, na Palavra proclamada e na Eucaristia celebrada.

A música deve expressar, de alguma maneira, o mistério deste Deus e a nossa oração a este Deus "hospitaleiro"; nos ritos iniciais, a música deve expressar o Deus que nos reúne e nos prepara para ouvir a sua Palavra e participar da sua Ceia. Na liturgia da Palavra, a música deve expressar o mistério de Deus que fala ao seu povo reunido, e da assembleia que fala para Deus. No ofertório, a música que acompanha a ação litúrgica deve expressar, de alguma maneira, o mistério de Deus que nos reúne em torno à sua mesa para celebrar a Eucaristia e, ao mesmo tempo, o mistério da assembléia que se coloca como oferta para Deus.

Na comunhão, a música deve expressar o mistério de Deus que entra em comunhão conosco, para entrarmos também nós em comunhão uns com os outros, em favor da vida. E assim por diante... Assim sendo, com base nesses critérios emanados pela Igreja na Constituição sobre a Sagrada Liturgia do Vaticano II, aponto a seguir, para os músicos de nossas comunidades, algumas orientações práticas importantes.


ORIENTAÇÕES PRÁTICAS
Em primeiro lugar, os músicos devem ter sempre em mente que são parte da assembleia. Por isso, não devem tocar nem cantar "para" a assembleia, mas "com" a assembleia. Seu papel (isto é, tocando e cantando "com" o povo presente) é dar apoio à assembleia centrada naquilo que se celebra na liturgia. O centro (no caso da missa) é a mesa da Palavra e o altar, a Palavra proclamada e o sacrifício de Cristo. Por isso, junto com a assembleia, os músicos celebrem (tocando e cantando) aquilo que acontece na mesa da Palavra e no altar do Senhor. E não outra coisa!

Consequentemente, que os músicos toquem e cantem (como a assembleia faz) com a atenção voltada para a Palavra e para o altar. Por isso, fiquem mais voltados para este centro de atenção, e não simplesmente "de frente" para a assembleia (como se estivessem tocando e cantando "para" o povo). Importantíssimo: os músicos tomem muito cuidado para não "roubar a cena" do mistério que se celebra na mesa da Palavra e na mesa da Eucaristia. Sua atuação deve antes "convergir" e levar a "convergir" para este centro. O estilo show "rouba a cena" (tira a atenção!) daquilo que é central na celebração. Isso não deve acontecer.

O mistério de Deus é o mais importante. E mais: cantem e toquem músicas que "batem" realmente com a ação litúrgica que se realiza e com o momento (e época) da celebração. Não é qualquer música, só porque é "bonita"... Como diz o Concílio, tem que ser música que esteja "intimamente ligada com a ação que se realiza". E ainda: dentro do princípio de que a música deve estar intimamente ligada à ação litúrgica, quando termina a ação, cessa também a música. Finda a procissão de entrada, ou de ofertório, ou de comunhão, pára também a música. Nada de "espichar" o canto com as restantes estrofes que sobram.

Pois a finalidade da música sacra é acompanhar (solenizar) a ação litúrgica, celebrando o mistério. Outra coisa muito importante: evitem fazer muito barulho! Já está mais que provado: o mistério de Deus, a gente o sente é na suavidade, na calma, na serenidade, no silêncio. Por isso, os músicos - na arte de tocar e cantar - devem deixar, em primeiro lugar, o mistério de Deus "aparecer"! E é no silêncio que ele se manifesta. Por isso, privilegiem a maneira suave e silenciosa de tocar e cantar. Enfim, uma última sugestão: a música litúrgica deve ter sempre um caráter orante. Por isso, os músicos devem cantar e tocar na liturgia com espírito de oração. Orando! Sua música deve ser oração em forma de sons e acordes. Canto, sons, e acordes, tudo oração.

 
 
Por: Padre Chrystian Shankar




Domingo, 22 de Fevereiro de 2015 às  23h26
 

Celebração em Ação de Graças pelos 34 Anos de Evangelização do Grupo JUCAM e 33 Anos da PJ (PSS)


O Grupo de Jovens JUCAM celebrou neste domingo, 22 de fevereiro de 2015 às 19h00 na Igreja de Santa Cecília a missa em Ação de Graças pelos 34 anos de evangelização e também os 33 anos de Caminhada da Pastoral da Juventude da Paróquia São Sebastião.

Comentarista
 Emanuel Luís

 Procissão de entrada



  
 A Celebração foi presidida por Frei Ricardo

Animação
Fernanda                  Roberto                            Ayrton             
 









 Coreografia de Ação de Graças
 Grupo Sweet Dance













Realização
Grupo JUCAM
Comunidade Santa Cecília
Paróquia São Sebastião
Diocese de Parnaíba - PI
 
 
 
Fotos: Jesse James